Centro Comunitário e Escola Primária Legson Kayira / Architecture for a Change

  • Arquitetos: Architecture for a Change
  • Localização: Chimpamba, Malawi
  • Ano Do Projeto: 2014
  • Fotografias: Cortesia de Architecture for a Change

Cortesia de Architecture for a Change Cortesia de Architecture for a Change Cortesia de Architecture for a Change Cortesia de Architecture for a Change

  • Arquiteto Obra: John Saaiman
  • Equipe De Projeto: Anton Bouwer, Dirk Coetser, John Saaiman
  • Gerente De Obra: Dawid Hercules Lombard
  • Colaborador/Cliente/Organização: Youth of Malawi
Cortesia de Architecture for a Change
Cortesia de Architecture for a Change

Do arquiteto. Malawi é um país sem litoral que faz fronteira com a Zâmbia ao noroeste, Tanzânia ao nordeste e Moçambique ao leste, sul e oeste. O país é separado da Tanzânia e de Moçambique pelo Lago Malawi.

Planta Baixa

Planta Baixa

Malawi é um dos países menos desenvolvidos e mais densamente povoados do mundo. Cerca de 85% da população vive em áreas rurais. A economia é baseada na agricultura e mais de um terço do PIB e 90% da receita de exportação vêm desta. Malawi foi classificado como 119º destino mais seguro para investir segundo o Euromoney em 2011.

Cortesia de Architecture for a Change

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Este edifício explora a possibilidade de uma escola se estruturar como uma grande barraca coberta. A escola dispõe de uma grande área coberta que fornece sombra, espaços abertos, bem iluminados e ventilados. A estrutura é muito eficiente em termos de material e metragem de espaço coberto e tornou-se um ícone visual.

Cortesia de Architecture for a Change

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Lona, aço leve, alvenaria local e ferro corrugado formam a linguagem arquitetônica do edifício. A alvenaria local é usada para criar as persianas verticais no exterior das salas de aula para atuar como dispositivos de sombreamento e suporte estrutural para o telhado. Os telhados têm uma ligeira queda para drenar a água para as calhas que alimentam os reservatórios de água.

Cortesia de Architecture for a Change

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Além disso, a construção inclui a utilização de contêineres remodelados, uma vez que estes são elementos estruturalmente sólidos que possuem dualidade de função. Em primeiro lugar como um elemento transportável e, em segundo lugar, como uma concha e âncora para uma nova estrutura.

Cortesia de Architecture for a Change

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Um dos lados do contêiner é removido e os tijolos produzidos localmente são incorporados à estrutura. Ao utilizar materiais fabricados localmente, damos às pessoas um senso de propriedade e suavizmos o contêiner como um elemento contextual estrangeiro. A sensação é que o edifício é leve, mas permanente e com a fachada exterior ajustáveis, oferece ao usuário a liberdade em termos de layout espacial e conforto climático.

Corte

Corte

A adição de mais contêineres faz com que as possibilidades sejam infinitas. A função do edifício não se limita a uma escola, mas pode funcionar como um espaço para a comunidade ou um mercado. Estas escolas atuarão como chamarizes dentro da comunidade, fornecendo a esperança através da aprendizagem, abrigo através de infra-estrutura construída e nutrição através de águas pluviais captadas para sustentar iniciativas de agricultura de subsistência.

Cortesia de Architecture for a Change

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Cada sala de aula possui divisórias e brises móveis que podem estar numa posição vertical ou horizontal. Quando estão em uma posição vertical, o espaço torna-se mais privado e protegido, mas ainda permite a ventilação cruzada. A posição horizontal fornece mais área sombreada e estende o espaço além das fronteiras do edifício e permite que mais luz natural entre nos espaços.

Corte Axonométrico

Corte Axonométrico

Um projetor digital é armazenado no contêiner e montado quando necessário durante a noite. O pátio pode tornar-se um espaço de estar, cinema ao ar livre ou campo de futebol. O projetor e o computador são alimentados por energia solar armazenada durante o dia.

Cortesia de Architecture for a Change

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A escola foi pré-fabricada em um workshop da organização não governamental Architecture for a Change (Arquitetura para uma Mudança) na África do Sul. A estrutura de toda a escola foi armazenada em quatro contêineres e foi entregue no local, no Malawi. Isso foi feito principalmente pela falta de materiais e seu alto custo no Malawi. A escola foi então montada em oito semanas.

Cortesia de Architecture for a Change

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O arquiteto que acompanhou a obra, John Saaiman, treinou uma equipe no local com habilidades valiosas e empregou a comunidade durante o processo de construção. Os tijolos que foram utilizados já estavam no local por muitos anos, feitos pela comunidade, na esperança de que alguém, um dia, financiasse uma escola.

Desenho

Desenho

A estrutura principal é feita de aço leve e fundações de concreto.

Cortesia de Architecture for a Change
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